29 de agosto de 2017

Há livros e livros #3

Hey cutxis!
Há livros e livros, uns melhores que outros. Há livros que nos preenchem para a vida e outros que não coincidem com o nosso ser. Hoje falo-vos de um não tão bom, pelo menos para mim! Desvendo o livro de que vos falo: Nada Menos Que Tudo, de Afonso Noite Luar. 
Comecemos pelo autor. Sinceramente não conhecia e nunca tinha lido nada dele, mas rapidamente as minhas amigas me elucidaram de quem era. Consta então que é o senhor que sabe tudo o que as mulheres gostam e precisam. Escreve textos eróticos reais, não como lêmos nos livros, explica o autor. Afonso é uma personagem fictícia, ninguém sabe quem é na verdade o Afonso. Pessoalmente gosto da escrita do autor, ele sabe usar as palavras, o problema é o livro em si.
Facilmente se pode comparar o Nada Menos Que Tudo ao Prometo Falhar, de Pedro Chagas Freitas. A verdade é que não gostei nada de ler Prometo Falhar e este Nada Menos Que Tudo foi uma leitura semelhante. Passo a explicar o conceito do livro: cada página é uma história, cada página tem uma personagem diferente. E é disso que eu não gosto. Gosto de livros que se iniciem na primeira página e só terminem na última. Gosto de personagens constantes e de se descobrir uma história. Nada disso acontece aqui. E como se não fosse suficiente, ainda há textos que parecem de auto ajuda. Todo um conjunto de situações que não atraem o leitor, pelo menos não me atraem a mim. Nem tudo é mau, como referi antes o autor escreve bem e, quando conta histórias concretas, episódios vividos, aí vocês querem mais, querem saber o que o levou ali e como acabou, não só como aconteceu. 
E não, eu não sou uma dessas vizinhas que o livro fala, apenas acho que comprar um livro para ler apenas 1 página de cada vez não vale a pena, para isso basta seguir o autor nas redes sociais, já temos tudo o que ele pode dar. Sim, estes autores são bonitos para poderemos partilhar as frases ideias e mandar umas dicas para os ex, mas a nível de interesse literário acrescentam pouco. 


27 de agosto de 2017

Missão Por As Séries Em Dia - I Medici

Hey cutxis!

Comecei a gostar de história no 10º ano. Até lá apenas ligava a história de Portugal e pouco mais. Continuo a ser péssima e a confundir imensas coisas, mas gosto e a curiosidade por temas históricos é sempre imensa. 

Apesar desse interesse todo costumo reter esse interesse nos livros, até que me deparei com a série Medici: Masters of Florence. Não sei se sabem, mas a família Medici foram os impulsionadores de grandes artistas, para além disso foram influenciadores políticos em Florença. Ou seja, há imenso para explorar nesta temática. 

Foi assim que comecei a ver a série. Porém houve logo um ponto negativo, que rapidamente deixou de ser importante, os episódios duram cerca de 50 minutos. Não será uma série para verem no intervalo dos estudos. Há logo uma facilidade rápida de entrar na série e perceber o que o se passa e quem é quem. O primeiro episódio comece com a morte de Giovanni e com a sucessão do seu filho Cosimo. A série mostra como Cosimo lida com a sua nova posição em Florença, e na família, e ao mesmo tempo tenta descobrir quem é o assassino do pai. 

Amores e desamores, lealdade e traições, como se vivia no século XV e quem são afinal os Medici. Uma trama interessante e que cativa os espetadores para assistir a mais um episódio. Cativante é talvez a palavra que melhor defina esta primeira temporada de Medici: Master of Florence. Ainda não há datas para a estreia da 2ª temporada, mas o elenco já está em gravações. 



 Admito que estou perdida de amores pelo Richard Madden, mas não gostei de certos envolvimentos do Cosimo durante a série!!!

Das minhas personagens preferidas!

Por hoje é tudo,
Beijinhos nas bochechas*

25 de agosto de 2017

Desafios Literários

Hey hey!
Verão sempre foi sinónimo de livros, mas desde que entrei para a faculdade esse sentimento foi reforçado. 
Raramente leio quando estou a estudar, então é nas férias que aproveito para por em dia as minhas leituras. Porém não li quase nada este verão, até agora só li quatro livros, espero bem conseguir mudar este número até ao início das aulas!  
Descobri este desafio ontem e descobri logo que era um desafio que me estava a faltar! Uma motivação extra para ler mais do que assistir a séries ou filmes. Sendo assim deixo-vos com o desfio:

Podem acompanhar os participantes do desafio neste grupo do GoodReads. Este desafio tem duas propostas. O desafio base é acabarem cada linha ou coluna. O desafio final é fazerem bingo, ou seja acabarem o cartão todo. 
Achei piada ao desafio e decidi completar com as leituras que já tinha feito durante o verão.

Até agora li: O Pintassilgo, Ensaio Sobre a Cegueira, Dentro do Segredo e A Chave de Salomão. Podem ler as minha opiniões no meu perfil do GoodReads.

Vou dando updates no desafio. Será que vou conseguir preencher alguma linha ou coluna? Ou será um fiasco?? Fiquem atentos! 
Beijinhos nas bochechas*

7 de julho de 2017

Algures por Portugal #1

Hey cutxis!
O meu amor por Portugal é muito e adoro conhecer o país, mas isso não é novidade. A novidade é esta rubrica, Algures por Portugal, que pretende reunir a história dos locais que visitei e as melhores fotografias que tirei. 
Começamos com a Pia do Urso, encontra-se na Serra de São Mamede entre Batalha e Fátima. A sua maior caraterística são as casas em pedra e madeira. Há uma rota de percurso pedestre que faz o caminho até à Pia onde o urso bebia água, daí o nome da localidade. Fui com amigos que também gostam de caminhar e acabámos por fazer esse percurso.

Todas as fotografias são da autoria de Lu Savala Pictures!

Este percurso é acompanhado de momentos de leitura em braille, sendo que  desta maneira todos podem desfrutar o máximo deste percurso. 
Um dos pontos mais positivos deste percurso são os repuxos aos longo do caminho. Fui num dia de bastante calor e a nossa água acabou por ficar quente, foi essa a maneira que usámos para nos refrescar. Uma boa iniciativa!


Ao longo do caminho podem-se encontrar vários animais carateristicos da zona e reproduções de materiais usados antigamente, exemplo disso é a nora da fotografia acima. 
Também há parques de piquenique e jogos de entretenimento para crianças, sendo que enquanto as crianças se divertem os adultos podem optar por explorar mais um pouco ou descansar à sombra.


 

É um local muito bonito para fotografias, não deixem as máquinas em casa. Aproveitem e registem toda a caminhada!


E o grande momento é quando chegam à Pia do Urso e encontram uma reprodução de um urso. Claro que fomos logo ter com o amiguinho e tirar umas fotografias com ele. Deixo as mais engraçadas! 


Um bom passeio para aproveitar em família e para os mais novos se divertirem, caminhando um pouquinho.
Por hoje é tudo,
Beijinhos nas bochechas*

1 de julho de 2017

A caloira tenta compreender a faculdade

São duas da manhã e continuo sem dormir, só mais uma noite igual às cinco anteriores. Voltas e mais voltas, refresh no instagram e nada de novo. São horas de dormir e vagueiam-me pensamentos das situações mais abstratas. Tento negar a ansiedade que me persegue, mas é inevitável. Acabei o segundo ano, vou entrar num projeto novo e daqui a menos de três meses vou para o último ano de estudos. 
Vim duas semanas a casa e voltaram todos hábitos anteriores. Não, eles não desapareceram, apenas ficaram guardados numa gaveta para que as saudades não atacassem com  tanta facilidade. Foram quinze dias com comida da mãe, com mimo do pai e com a chata, que tanto adoro, da mana. Foi o acordar cedo para preparar o almoço e passar horas a ler. Foi matar saudades de amigos que já não via ao tempo e a típica festa de terrinha. Duas semanas em que desliguei o modo Leiria e aproveitei Idanha. Duas semanas de carregar baterias e fingir que ainda sou uma adolescente de férias.
Mas não, não sou essa adolescente de há uns anos e volto amanhã para a minha casa. Aquela que de eu tanto gosto e que já tenho saudades. Volto aos hábitos dos últimos dois anos, às idas ao café a qualquer hora da noite e aos passeios sozinha pela cidade. Porém (esse maldito que estraga todas as histórias felizes), vão haver novos desafios e vou ter derrubar barreiras. E tenho medo, outra vez. E saudade. E preciso de todo o mimo que Idanha me dá. 
Mais uma vez a mala vai ser feita à última, quase que a evitar o inevitável. Quero levar tudo comigo: os livros que sei que não vou ler, mas pode apetecer, os vernizes que só uso no inverno mas pode apetecer usar agora, todos os legumes e frutas que o pai traz, e até o queijo pondero porque sei que vou querer comer e depois não há. 
Dois anos fora de casa e parece que custa cada vez mais dizer "adeus, até à próxima". Dois anos e continuo a dormir a viagem toda porque já sei que vou ficar a pensar sobre a vida e vou metade do caminho a chorar. Dois anos e cada vez mais vontade de descobrir o mundo e saber o que por aí há. Dois anos e eu só quero mais um beijo de bom dia ou um ralhete por fazer algo que eles não gostam. Dois anos e eu continuo a acordar durante a noite e a querer a minha irmã ao meu lado. Dois anos e sei que a contagem vai continuar, mas não impede que as lágrimas não escorram na hora da despedida. 



28 de junho de 2017

Click after click

Hey cutxis!
Trago-vos, pela primeira vez este ano, alguns dos cliques que tenho feito. Estes foram partilhados com a Luísa, a minha companheira de aventuras fotográficas. Tenho aprendi truques com ela e temos explorado várias áreas. Ao longo do verão haverão mais cliques e mais novidades. Deixem o vosso like na página dela aqui! 
Estes cliques estão todos editados por mim, quis explorar alguns filtros novos e eis os resultados. No fim deixo algumas fotografias sem qualquer edição, porque estão perfeitas sem edição.



 Mais uma vez peguei em amigas e fomos dar uma volta. Passar um bom tempo juntas e aproveitar os últimos dias antes das aulas acabarem. Fizemos de tudo, a sério, eu até estive a ler um pouquinho. 
Partilhar é a palavra chave, só assim os momentos mais banais se tornam em momentos especiais. 







Há fotografias que não são pensadas e nem se querer se espera por elas. É conheceres o outro e saberes qual será o melhor momento dele. Foi assim que surgiram as fotografias da Mariana, a amiga que veio arrastada no meio de duas loucas por fotografia. 










E agora.... as mais bonitas, para mim! Aquelas que não têm qualquer tipo de edição.





Por hoje é tudo,
Beijinhos nas bochechas*

26 de junho de 2017

#101withBooks #2

Hey cutxis!
Nunca pensei que a faculdade me roubasse tanto tempo nas leituras, mas essa foi a verdade. Tão verdade que em seis meses de 2017 só li seis livros. Sim, . Quero compensar essas leituras este verão, mas isso fica para outra altura. Hoje é tempo de vos lembrar sobre o projeto d'A  Mulher Que Ama Livros, o #101WithBooks. Esta é a minha segunda publicação sobre o desafio, por isso desafio a ir ver a publicação anterior para saber sobre o que fala o projeto.
Sinceramente já respondi a mais desafios, mas ainda nem marquei na lista porque não tirei fotografia. Quero deixar tudo registado para vocês verem! :)
E vocês, têm feito o desafio? 

 #101WithBooks83
#101WithBooks4 
#101WithBooks17
#101WithBooks13

Por hoje é tudo,
Beijinhos nas bochechas*

23 de junho de 2017

Este verão, beba com moderação.

Hey cutxis!
O verão chegou e com ele os fins de tarde longo. A solução passa por um bom copo de vinho. Junta-se uma boa vista, talvez o por do sol na praia, ou a paisagem mais bonita do local onde vives. Para culminar este fim de dia só mesmo a companhia dos amigos e uma boa dose de gargalhada. Verão é isto, sair do trabalho, relaxar com quem nos faz bem e aproveitar o bom tempo. 
Este verão não desperdices oportunidades, liga àquele amigo que já não vês há muito tempo e percam horas a meter a conversa em dia. 

Imagens por Luísa Savala e Marta Santos

Beijinhos nas bochechas*

22 de junho de 2017

Hey you!

Hey cutxis!
Será esta a publicação de regresso ou apenas mais um pedido de desculpas em vão que culmina num desaparecimento por meses? Boa questão, nem eu sei!
Fiz uma retrospetiva no início do ano e depois olhem, fui viver a vida. E acreditem na veracidade desta frase, estes últimos seis meses foram mesmo loucos, mas tão bons e super aproveitados. Talvez por essa razão tenha voltado a vontade de vos escrever. 
Sim, isso aconteceu. Eu perdi a vontade de escrever e de partilhar com a regularidade que o blog exige. Foi assim que me teletransportei para o Medium, um site que vos irei falar em breve, um género de blog, mas que não exige regularidade nem preocupação com a estética. Mas continuei a receber os comentários dos que por cá passaram e houve um que me deixou tão contente e com um sorriso enorme. Li o comentário da Maria um mês depois de ela cá passar e fiquei com tanta vontade de voltar e escrever sobre o mundo em geral. Afinal há alguém que lê o que escrevo e que presta um pouco de atenção ao que por aqui se fala. 
Hoje, e porque talvez estou em casa sem fazer nada, volto a este pequeno canto que já existe há seis anos. Um blog que já viu inúmeros designs, desafios e que expôs ao mundo uma Marta adolescente que sofria com amizades e queria sempre estar à frente dos assuntos, mesmo quando não entendia nada do que falava. Este blog cresceu comigo e cresceu em números, ultrapassámos as 1000 visualizações num dia e foram explorados os mais diversos temas. 

Vamos ver o que aí vem, mas para isso preciso de vós aí desse lado. Ficam comigo?


1 de janeiro de 2017

Retrospetiva

"-2017, és tu? Já?
- Sim Marta, sou eu. Já estou aqui à porta à tua espera.
- Mas eu ainda não estou pronta, preciso de lavar os dentes e calçar-me. Não podes esperar um pouquinho?
- Estamos quase a perder a viagem, ou vens já ou então não aproveitas tudo o que aí vem."
Se 2017 fosse uma pessoa esta tinha sido a nossa primeira conversa. Não acredito que foi o último dia de 2016. Lá está o cliché de dizer que passou a correr, mas a verdade é essa. Passou mesmo a correr. 
Ontem era Janeiro e o ano estava a começar com uma ressaca descomunal. Chegaram os 19 anos de vida, chegaram os primeiros festivais de tuna e todas as experiências que ser caloira oferece. Fui até Tábua e voltei para Leiria de coração cheio. Li livros que me deixaram a pensar e outros que me fizeram chorar. Ri. Ri muito. Conheci Óbidos num dia de chuva e prometi voltar para explorar todos recantos num dia mais soalheiro. Em Março passei uma semana a falar inglês e vi o meu melhor amigo de smoking a celebrar o fim do secundário. Saí à noite, mostrei Leiria a amigos e aproveitei tudo ao máximo. Tremi de emoção quando me vi ao espelho de traje vestido, tive as pessoas mais importantes a traçar-me a capa. Confiei em novas pessoas, confidenciei inúmeros segredos, cometi loucuras tão boas. Peguei pela primeira vez numa câmara profissional, gravei uma curta metragem e fiz as primeiras entrevistas da minha vida. Junho foi um mês de realizações pessoais. Foi o mês em passei a usar um lenço vermelho no escutismo e conheci a minha autora preferida. Apaixonei-me mais uma vez por Lisboa, conheci as Caldas da Rainha, voltei a Aveiro e ainda fui ao Porto passar o São João. Foi na Nazaré que integrei pela primeira vez uma equipa de comunicação como jornalista. Dia 10 de Julho corri para apanhar um autocarro, chorei porque pensava que tinha perdido o computador e celebrei até não poder mais o título de CAMPEÕES DO MUNDO de futebol. Tive noites só de raparigas e outras de jogos de tabuleiro. Andei por Penha Garcia e Monsanto, descobri novos locais em Idanha e aproveitei ao máximo o mês quente de Julho. Tentei um estágio na rádio, mas sem sucesso. Nem tudo pode correr como queremos. Cortei árvores para construir uma jangada, dormi numa ilha deserta e tive reuniões dentro de água. Dei um novo sentido ao que é ser caminheiro. Fui ao Boom dois dias e depois viajei para o bloco operatório. Tive duas melhores amigas durante mais de um mês e até comecei a achar piada a fisioterapia. Voltei para Leiria. Entrei em projetos interessantes de livros e tornei-me relações públicas na tuna. Vi o poder do fogo derrubar a minha segunda casa, a sala da tuna, e sofri quando vi instrumentos danificados. Fiz escolhas das quais não me arrependo. Esforcei-me e passei a tuno, tenho uma caneca. Fiz guerras de chantilly e prometi a quatro pessoas acompanhá-las e ajudá-las em todo o seu percurso académico. Fiz voluntariado de inúmeras formas e saí sempre a sentir que tinha recebido mais do que dei. Desesperei ao ver os resultados das eleições nos E.U.A. Fui a Portalegre acampar, depois voltei lá para atuar. Conheci sítios lindos e amei. Esclareci tudo o que me inquietava e disse "Gosto de ti." a quem quis dizer. Foi um ano cheio, a todos os níveis. Estou num ritmo alucinante e quero muito descobrir o que me vai trazer 2017.


"Então e os objetivos que colocaste no início do ano?"
No início do ano fiz uma lista com objetivos. Dos 8 consegui cumprir 4, 50/50. A ruptura no menisco dificultou o aspeto do exercício, mas a verdade é que nos últimos dois meses do ano podia ter trabalho nessa área e não o fiz... Não consegui visitar uma cidade europeia, mas esse é um ponto que se vai cumprir durante o próximo ano, Madrid aí vou eu!! Tentei estagiar na minha área, mas não consegui, fica a experiência para 2017. Os pontos que foram concretizados estão referidos no texto acima.


"Não és tu que tens a mania das listas?"
Essa é uma mania que me acompanhou o ano todo. Vamos então ver essas listas?
Li 25 livros. Dei 5 estrelas a nove livros - dos quais Objetos Cortantes, Segue o Coração e O Outro Amor da Vida Dele foram os livros que mais gostei. Dei oito livros com 4 estrelas, quatro livros com 3 estrelas e dois livros com 2 estrelas. Não atribui classificação a dois livros.
Relativamente a séries também foi um ano muito produtivo. Comecei a ver How To Get Away With Murder e viciei completamente na série. Entretanto continuei a ver Hawaii Five 5-O, PLL, Younger, The Flash, Suits, TVD, Arrow, You're The Worst. Vi o fim de Awkward e de Devious Maid. Deixei de lado The Balcklist, Jane The Virgin, The Originals, The Librarians e New Girl. 
Tenho muito mais listas, mas estas são as únicas que vos interessam! ahahahah

Ficam algumas imagens do que foi 2016

E este é o meu pequeno resumo de 2016. Há muito mais por dizer, muito por contar e as inúmeras recordações que guardo deste ano. Vamos ver o que 2017 me reserva!
Obrigada por estarem desse lado mais um ano.
Beijinhos nas bochechas*

14 de dezembro de 2016

Do outro lado da praxe

O que é para ti a praxe? 
Entre muitas questões esta foi a que mais me fez pensar o ano passado - o meu ano de caloira. Ponham de lado o encher ou gritar obscenidades para os trajados. Sim, isso existe, mas não é o ponto central da praxe. Praxe é a união, o respeito e a criação de experiências e memórias futuras. 
Tradição? Talvez, mas em que consiste essa tradição? Sabe-se a história dessa mesma tradição ou é apenas bonito dizer que é uma tradição? Questionaram esses motivos? Pensaram se essas tradições ainda se justificam nos dias atuais? Até as melhores tradições sofrem alterações e adaptam-se aos tempos modernos. É preciso uma evolução para que os utilizadores continuem a gostar e a apreciar essa mesma tradição. É interessante saber o porquê de termos 12 nervuras na camisa ou porque é que temos um "chapéu" (Kiko), é ainda mais interessante ver que todos os estudantes sabem a razão e a história desta tradição, é fascinante ver os caloiros levarem a história no nosso traje para outras cidades, é ainda mais estimulante perceber que temos uma cultura local que no possibilita ter um traje diferente e não nos limitarmos ao tradicional. O mesmo devia acontecer com os momentos de praxe, temos algo diferente e único, mas porquê? Qual a sua história? Não se pode pedir a alguém que dignifique uma situação apenas porque é tradição, as pessoas precisam de saber os motivos e origens, precisam de criar ligações. Mais uma vez realço: as tradições podem (e devem) adaptar-se às realidades da sociedade. 
Voltemos ao início deste texto e analisemos a frase "Praxe é a união, o respeito(...)", para as pessoas contra a praxe pode pensar que nós vivemos qualquer experiência menos respeito e união, mas não é bem assim. O respeito é criado a partir do momento em que os caloiros sabem que nós - trajados - somos mais velhos e temo mais experiência na escola. Temos mais conhecimentos na nossa área de estudos e podemos ajudá-los em qualquer dificuldade. A praxe não é sinónimo de infligir dor a alguém. Os caloiros sabem o que têm de saber, quando erram são repreendidos, mas essa repreensão limita-se a quando erram. Se a fase "teórica" da praxe estiver bem estudada passamos aos momentos engraçados e onde levam as melhores experiências da praxe. É nos jogos que lhe propomos que eles têm de se unir para conseguir fazer, é nos desafios mais absurdos que eles trabalham em conjuntos para nos apresentar o melhor que sabem e conseguem. São esses momentos criados na praxe que facilitam os trabalhos de grupo ao longo dos semestre ou que nos preparam um pouco para as apresentações orais. 
Voltemos ao respeito. O nosso respeito começa onde termina o respeito do outro e vice versa, mas o respeito de cada um é relativo e muitas vezes podemos estar a invadir negativamente o espaço de alguém. Nenhum trajado tem o direito de faltar ao respeito a um caloiro ou de gozar com a cara. Os caloiros, por mais que digamos não serem nada, continuam a ser pessoas. Podemos ter opiniões diferentes, visões diferentes, mas conseguir transmitir as nossas intenções aos caloiros sem berrarmos feitos galinhas ou sermos pior que a Ursula da Pequena Sereia. 
E se a praxe a união e respeito, porquê é que continua presente o rivalismo de curso em praxes de escola? Esse é o momento para nos divertirmos e aproveitarmos todos juntos. O teu curso contra o meu curso, claro que aceito tal justificação, mas fora da praxe de escola. Esses gestos só continuam a motivar a falar de compatibilidade entre os caloiros e não mostra uma boa imagem da parte dos trajados. Dizemos ser crescidos, mais experientes e capacitados o suficiente para "educar" os alunos de 1º ano, mas quando é realmente preciso não sabemos por os problemas pessoais de lado e praxarmos todos como um.
Então deixo-vos uma nova questão: Será que são os caloiros que não são bons caloiros ou os trajados que não sabem ser bons trajados?

11 de dezembro de 2016

#101WithBooks

Já ouviram falar do projeto #101WithBooks? Se já sabem o que é podem saltar toda esta publicação e ver as minhas imagens do projeto, caso ainda não saibam continuem a ler.
O #101withbooks é um projeto da blogger/youtuber Cláudia Simões - podem seguir o blog dela aqui -  e consiste em lermos um livro em 101 ocasiões diferentes. Tens de registar cada momento em que lês e depois partilhar em qualquer rede social, basta usares a hastag #101withboks, pois todos os participantes podem ver o teu momento. Este é um projeto para ir durante, para se fazer ao sabor do vento. Vejam o post onde tem todas as indicações e regras e assistam ao vídeo em que a Cláudia explica a sua visão sobre o  projeto.
Deixo-vos com alguns dos meus momentos até agora. Há medida que tiver novas imagens venho aqui partilhar com vocês. 
#101WithBooks 91- Ler a ouvir a tua banda sonora preferida
#101WithBooks 89 - Ler um livro com cheiro a novo.
#101WithBooks 29- Ler perto do rio.
#101WithBooks 72 - Ler um livro na cama

Até agora estes são os meus momentos, aguardem para saber como são os próximos.
Beijinhos nas bochechas*

18 de novembro de 2016

Cinemagraph

Hey cutxis!
Este 2º ano de licenciatura está a ser muito bom e tenho aprendido coisas bastante interessantes. Hoje mostro-vos algo que me fascinou imenso. Chamam-se Cinemagraphs e é uma imagem com movimento. Vocês podem achar que é um gif, mas um gif é uma sucessão de imagens e um cinegraph é um vídeo incorporado numa imagem. Pode parecer confuso, mas é muito simples. 
As imagens que se seguem são alguns cinemagraph feitos pelos seus criadores. Espero que gostem tanto quanto eu!
Os direitos de autor pertencem todos a  Kevin Burg e Jamie Beck.
Imagens retiradas do site Cinemagraph